Esse jeitão.

Falar demais, ouvir demais, brincar demais, trabalhar demais e outras tantas demasias. Pensando assim parece ser tudo “demais”, e é!

Há uma ambiguidade nesse termo que ora me salva e ora me condena. Longe de me fixar num momento perfeito, sigo equilibrando na linha tênue dessa ambivalência.

Um passo para lá e tendo ao exagero, à inconveniência, à invasão e ao incômodo. Outro para cá e acabo no incrível, no inesquecível, no marcante e fascinante. Sorte ter reconhecido esse caminho, poderia ter caído inocentemente num dos lados sem saber voltar, mas felizmente aprendi a malemolência dessa linha.

Eu chamo a reconciliação de “dar o braço a torcer” e o reconhecimento de “humilde arrogância”, mas podem chamar do que quiserem. Esse é só o meu jeito mesmo.

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