Eu te amo.

Quanto podemos amar alguém?
Amamos uns mais que outros?
É diferente o amor que sentimos a cada um?
Eu acho que não.

Amor, para mim, é puro e pleno.
Parece um clichezinho e da até para ver as purpurinas caindo, mas ainda acredito e sinto fortemente assim.

Quando digo que te amo, quero dizer que gosto muito de você e tenho grande zelo por quem você é, significa que te desejo o bem e quando estiver mal, que melhore e aprenda, e que estarei por perto para ajudar também. Estas são definições rasas sobre o que sinto de verdade, não me sinto apto a transcrever com palavras exatas o que é este sentimento que, para mim, rege tudo. Mas da para dar uma ideia do carinho, cuidado, atenção e consideração por você. Eu não te amo mais e nem menos do que amo outro alguém ou outra coisa, não vejo escala neste sentimento, não meço a proporção de um pelo outro. Apenas sinto e transmito.
Há outros divisores que definem meu relacionamento com um e outro e que diferenciam o que fazemos.

Eu amo meus amigos igualmente eu amo a minha família e minhas gatinhas (felinos mesmo) e se disser isso a alguém que eu mal conheço, será da mesma forma. Isso não quer dizer que nossas relações serão iguais, mas que desejo o bem a cada um, e que meu esforço na vida também é para cada um desses.

O amor não é uma amarra entre as coisas, é a libertação delas:
“Eu te amo e quero que seja livre para ser quem você é, longe ou perto”.

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